quarta-feira, 7 de julho de 2010

Detesto quando fazes de conta que não te apercebes da minha presença. Como se eu ao menos te fosse indiferente. Mas não o sou, certo?
Eu consigo sentir-te a simular a naturalidade com que não ages. Porquê? Por que motivo desejas tanto mostrar que te sou indiferente? Dói.
E se eu quisesse lutar por nós? Mesmo que o nós ainda não exista?
Se fosse isto apenas atracção já não teria passado? E se eu me apaixonei mesmo por ti?
Tantas perguntas que surgem... e tu pareces não me querer ajudar a encontrar as respostas.
Não me faças fazer as coisas à tua maneira, porque eu não te quero esquecer. E também não quero que me esqueças.



(apenas um texto)

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